
Concluo que devo ser uma optimista porque me espanta ainda a capacidade que as pessoas têm de me surpreender pela negativa.
Concluo também que isso é fantástico porque significa que vivo, porque não me parece vida a existência que levam as pessoas encerradas em si mesmas, com receio do pior dos outros.
Concluo, por isso, que – em ocasiões determinadas- não há nada melhor que uma grande desilusão para que nos reprogramemos, nos ajustemos, nos valorizemos, que concluamos todas as coisas erradamente pendentes e partamos para um “fresh new start”, com a sensação fantástica que a desilusão inesperada é ser a propulsão por que tinhamos esperado.
See you in another blog.

